quarta-feira, 8 de dezembro de 2021
Solenidade da Imaculada Conceição 2021
sábado, 4 de dezembro de 2021
Mensagem do Pároco
Mensagem do Pároco
E todas as pessoas verão a salvação de Deus. (Lc 3,6)
Caros irmãos e irmãs, estamos iniciando a segunda semana do tempo do advento. O que estamos fazendo em nossa caminhada de fé para acolher o menino Jesus que vem? “Esta é a voz daquele que grita no deserto: ‘preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas. Todo vale será aterrado, toda montanha e colina serão rebaixadas; (Lc 3, 4-5)
As palavras de João Batista ecoaram no deserto e ainda ecoam hoje em nossos corações convidando-nos a uma preparação rigorosa e verdadeira. A voz que grita no deserto direciona-nos para esta mudança radical: preparação. O menino Jesus que vem vai aplainar todos os caminhos. Esta preparação para a vinda do Senhor é espiritual e deve conter a esperança e confiança.
A montanha que deve ser rebaixada é o odio, o rancor, a maldade que encontram lugar dentro do nosso coração impedindo-nos de ver o outro. Continua o profeta João Batista “as passagens tortuosas ficarão retas e os caminhos acidentados serão aplainados. E todas as pessoas verão a salvação de Deus’". O simbolismo da terra plana significa um coração sem mágoa e repleto de caridade.
Quero convidar você neste tempo precioso de graça e reconciliação a fazer um gesto concreto para o menino Jesus. Veja o que você pode fazer: uma caridade ao próximo, visitar um doente em casa ou no hospital, ligar para uma pessoa distante que esteja necessitando de uma palavra, fazer alguma oferta as obras da Igreja, recolher brinquedos novos ou usados e doar para as crianças, fazer um desapego de roupas e outros utensílios. A caridade para com o próximo é infinita.
Pe. Gilvan Manuel, CM
Senhor Jesus, a exemplo de João Batista, faze-me teu mensageiro,
que prepare tua chegada no coração de quem precisa de ti.
segunda-feira, 29 de novembro de 2021
1º Domingo do Advento 28 11 2021
sábado, 27 de novembro de 2021
Mensagem do Pároco
Mensagem do Pároco
Caros irmãos e irmãs, sejam bem vindos ao tempo do advento.
A Igreja iniciar hoje em sua liturgia o tempo bonito do advento, durante quatro semanas vamos preparar nosso coração para acolher o menino Jesus que deseja nascer. Será um tempo precioso de encontro consigo e com o próximo, tempo de esperança e expectativas.
O advento é um tempo pedagógico dentro da liturgia, porque com a dinâmica das quatro velas da coroa do advento, este caminho de fé vai sendo iluminado pela palavra de Deus. A cada domingo vamos acendo uma vela. Será que não existe escuridão em nosso caminho rumo a Cristo? Será que as luzes do mundo não tentam, ofuscar o menino Jesus pelo brilho incandescente das compras, dos shopping lotados, dos exageros das festas e do total esquecimento da fé?
O mais importante do natal é o seu tempo de preparação. Não adiante celebrar uma suculenta ceia, rodeado de amigos, se este sentido não for verdadeiro, se os corações estão endurecidos. Assim diz a oração inicial do primeiro domingo do advento “- Ó Deus todo poderoso, concedei a vossos fiéis o ardente desejo de possuir o reino celeste, para que, ocorrendo com as nossas boas obras ao encontro do Cristo que vem, sejamos reunidos à sua direita na comunidade dos justos. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.” Vamos ao encontro do Senhor que vem com o coração cheio de paz, fraternidade e alegria.
Deus abençoe este tempo de graça que vamos iniciar agora.
Pe. Gilvan Manuel, CM
domingo, 21 de novembro de 2021
Solenidade de Jesus Cristo, Rei do Universo 21 11
sábado, 20 de novembro de 2021
O Domingo
Comentário Litúrgico
"O Domingo"
Solenidade de Cristo, Rei do Universo
Domingo, 21 de novembro 2021
Evangelho (Jo 18,33-37)
É bendito aquele que vem vindo, que vem vindo em nome do Senhor;
e o reino que vem seja bendito; ao que vem e a seu reino, o louvor!
(Mc 11,9s)
MENSAGEM
O interrogatório de Jesus começa com uma pergunta direta, posta por Pontius Pilatus (vers. 33b): «Tu és o Rei dos judeus?» Este início de interrogatório revela qual era a acusação apresentada pelas autoridades judaicas contra Jesus: Ele tinha pretensões messiânicas; pretendia restaurar o reino ideal de David e libertar Israel dos opressores. Esta linha de acusação vê em Jesus um agitador político empenhado em mudar o mundo pela força, que fundamenta as suas pretensões e a sua ação no poder das armas e na autoridade dos exércitos. Esta acusação tem fundamento? Jesus aceita-a?
A resposta de Jesus situa as coisas na perspectiva correta. Ele assume-se como o messias que Israel esperava e confirma, claramente, a sua qualidade de rei; no entanto, descarta qualquer parecença com esses reis que Pontius Pilatus conhece (vers. 36). Os reis deste mundo apoiam-se na força das armas e impõem aos outros homens o seu domínio e a sua autoridade; a sua realeza baseia-se na prepotência e na ambição e gera opressão, injustiça e sofrimento… Jesus, em contrapartida, é um prisioneiro indefeso, traído pelos amigos, ridicularizado pelos líderes judaicos, abandonado pelo povo; não se impõe pela força, mas veio ao encontro dos homens para os servir; não cultiva os próprios interesses, mas obedece em tudo à vontade de Deus, seu Pai; não está interessado em afirmar o seu poder, mas em amar os homens até ao dom da própria vida… A sua realeza é de uma outra ordem, da ordem de Deus. É uma realeza que toca os corações e que, em vez de produzir opressão e morte, produz vida e liberdade. Jesus é rei e messias, mas não vai impor a ninguém o seu reinado; vai apenas propor aos homens um mundo novo, assente numa lógica de amor, de doação, de entrega, de serviço.
A declaração de Jesus causa estranheza a Pontius Pilatus. Ele não consegue entender que um rei renuncie ao poder e à força e fundamente a sua realeza no amor e na doação da própria vida. A expressão posta na boca de Pontius Pilatus «então, Tu és Rei» (vers. 37a) parece uma "deixa" de alguém para quem as declarações do seu interlocutor não são claras e que conserva a porta aberta a ulteriores explicações… Na sequência, Jesus confirma a sua realeza e define o sentido e o conteúdo do seu reinado.
A realeza de que Jesus Se considera investido por Deus consiste em «dar testemunho da verdade» (vers. 37b). Para o autor do Quarto Evangelho, a "verdade" é a realidade de Deus. Essa "verdade" manifesta-se nos gestos de Jesus, nas suas palavras, nas suas atitudes e, de forma especial, no seu amor vivido até ao extremo do dom da vida. A "verdade" (isto é, a realidade de Deus) é o amor incondicional e sem medida que Deus derrama sobre o homem, a fim de o fazer chegar à vida verdadeira e definitiva. Essa "verdade" opõe-se à "mentira", que é o egoísmo, o pecado, a opressão, a injustiça, tudo aquilo que desfeia a vida do homem e o impede de alcançar a vida plena. A "realeza" de Jesus concretiza-se, por um lado, na luta contra o egoísmo e o pecado que escravizam o homem e que o impedem de ser livre e feliz; por outro lado, a realeza de Jesus consuma-se na proposição de uma vida feita amor e entrega a Deus e aos irmãos. Esta meta não se alcança através de uma lógica de poder e de força (que só multiplicam as cadeia de mentira, de injustiça, de violência); mas alcança-se através do amor, da partilha, do serviço simples e humilde em favor dos irmãos. É esse "reino" que Jesus veio propor; é a esse "reino" que Ele preside.
A proposta de Jesus provoca uma resposta livre do homem. Quem escuta a voz de Jesus adere ao seu projeto e se compromete a segui-l’O, renuncia ao egoísmo e ao pecado e faz da sua vida um dom de amor a Deus e aos irmãos (vers. 37c). Passa, então, a integrar a comunidade do "Reino de Deus".
Fonte:
www.dehonianos.org
sábado, 13 de novembro de 2021
Mensagem do Pároco
Mensagem do Pároco
“Então vereis o Filho do Homem vindo nas nuvens com grande poder e glória. Ele enviará os anjos aos quatro cantos da terra e reunirá os eleitos de Deus, de uma extremidade à outra da terra”. (Mt13, 26-27)
Caros irmãos e irmãs, minha bênção a todos!
Estamos chegando ao final do ano litúrgico - B, dedicado ao evangelista São Marcos. Foi um tempo bonito e cheio de reflexões sobre o conhecimento de Jesus Cristo, mesmo em meio ao caos dos acontecimentos de 2021. Que é Jesus Cristo? É a grande pergunta que Marcos desenvolve em todo seu evangelho e culmina na cruz quando o guarda romano diz “Realmente este homem era o Filho de Deus”.Estamos terminando os últimos domingos do ano litúrgico, mas nada significa que é o fim do mundo. Quando observamos as leituras desses dias dá pra insinuar que se trata de um final trágico e terrível.
É bem notado que o fim do mundo aguça em muitos cristãos e não cristãos uma curiosidade sem igual. Quando será? Como será este fim? Tudo será destruído? O cristão não pode alimentar-se dessas especulações catastróficas e teorias de conspirações, pavor, terror e destruição. Deus não é assim, A Igreja não põe medo, mas esperança. Deus é amor e paciência.
Portanto, abramos, irmãos e irmãs o nosso coração para acolher a esperança que nos faz, de maneira operante, aguardar o dia do Senhor, com o coração repleto de segurança e fé. Cristo é o principio e o fim de tudo. Por Ele tudo foi criado. Vamos rezando e fortalecendo a fé em tudo o que o Senhor falou. O dia, a hora e os minutos pertencem ao autor de tudo, Deus.
Pe. Gilvan Manuel, CM
