domingo, 11 de abril de 2021

Oração à Santíssima Trindade:

 

Oração à Santíssima Trindade para 

casos difíceis e urgentes


A oração à Santíssima Trindade é uma forma de abrir nosso espírito para aquele grande mistério do Deus Trino. 
Devemos lembrar que nosso Deus é Um e Trino, e que ao nos aproximarmos Dele devemos considerar as três Pessoas: 
Pai, Filho e Espírito Santo.




Oração à Santíssima Trindade:

Santíssima Trindade, Deus Trino e Único,
Pai, Filho e Espírito Santo, nosso princípio e fim,
prostrado diante de Ti, eu Te rendo homenagem:

Bendita e louvada seja a Santíssima Trindade;
a Ti, Santíssima Trindade seja toda honra,
glória e louvor por toda a eternidade,
com todo o meu coração eu creio em Vós e Vosso devoto fiel desejo ser,
Eu (NOME) venho até Vós com total confiança
pedir que sempre me livres do mal
bem como de todas as adversidades e perigos,
e em minhas necessidades, eu imploro, concedei-me Vosso favor.

Pai Celestial, Jesus Bom Pastor, Espírito Santo,
Eu imploro por intercessão e mérito
da Bem-Aventurada Virgem Maria,
dai-me Vossa ajuda, orientação e proteção
em todos os assuntos e preocupações da minha vida.

Glória a Vós Deus Pai, fonte de bondade e sabedoria eterna,
de Vós procede a vida, de Vós vem o amor,
fazei-me agir com retidão e prudência em cada momento
para desfrutar dos bens e consolações que Vós me enviais;
lembrai-Vos que sou Vosso filho,
e tende misericórdia de meus sofrimentos, de minhas necessidades
e concedei-me ajuda nesta situação difícil:

(FAZER PEDIDO)

Obrigado Pai misericordioso por estar aqui.

Glória a Vós Deus Filho do Pai Celestial
em cujo Sagrado Coração minha alma encontra refúgio,
ensinai-me a imitar fielmente a Vossa vida e Vossas virtudes,
dai-me firmeza e constância para cumprir Vossos ensinamentos
e fazê-lo praticar obras de caridade com mais frequência,
não me abandoneis nas lutas diárias,
livrai-me dos laços que o inimigo arma para mim,
afastai-me e protegei-me de todas as adversidades que me perturbam
e concedei-me Vossa ajuda milagrosa neste problema:

(REPETIR PEDIDO)

Obrigado meu Bom Jesus por estar ao meu lado nos momentos de desespero e angústia.

Glória a Vós Espírito Santo, claridade que tudo ilumina,
Vós sois a alegria, a harmonia e alegria da Criação,
fazei-me sempre dócil às suas inspirações divinas
dai-me paz, ajudai-me nas minhas deficiências e problemas
e concedei-me Vossa ajuda para que eu possa alcançar
o que eu tanto preciso agora:

(REPETIR PEDIDO)

Obrigado Espírito Divino de Amor por auxiliar-me quando tudo está escuro e necessito de luz.

Minha Mãe e Rainha, Senhora do Céu
Tu que está tão perto da Santíssima Trindade
intercede por mim e por meus problemas e necessidades atuais,
Sede minha advogada e medianeira para que meu pedido seja atendido,
faz-me obter o milagre de que tanto preciso em minha vida.

Obrigada minha amada Mãe, bendita Virgem Maria, por ser tão compreensiva e atender sempre nossos pedidos.

Trindade Divina, Pai, Filho e Espírito Santo,
concedei-me Vossa misericórdia, concedei-me Vossa bondade
e dai-me uma solução rápida em minhas tristezas e angústias.

Amém.

Santíssima Trindade, ajudai-nos!

sábado, 10 de abril de 2021

Comentário Litúrgico "O Domingo"

 

Comentário Litúrgico "O Domingo"   

                                                                                                                                                                                                                                                         


2º Domingo da Páscoa 
Domingo, 11 de abril 2021
Evangelho (Jo 20,19-31)


Disse o Senhor a Tomé:
"Porque Me viste, acreditaste;
felizes os que acreditam sem terem visto".


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João (Jo 20,19-31) - Rádio  JC Guassussê

O texto que nos é proposto divide-se em duas partes bem distintas. Na primeira parte (vers. 19-23), descreve-se uma "aparição" de Jesus aos discípulos. Depois de sugerir a situação de insegurança e de fragilidade em que a comunidade estava (o "anoitecer", as "portas fechadas", o "medo"), o autor deste texto apresenta Jesus "no centro" da comunidade (vers. 19b). Ao aparecer "no meio deles", Jesus assume-Se como ponto de referência, fator de unidade, videira à volta da qual se enxertam os ramos. A comunidade está reunida à volta dele, pois Ele é o centro onde todos vão beber essa vida que lhes permite vencer o "medo" e a hostilidade do mundo.
A esta comunidade fechada, com medo, mergulhada nas trevas de um mundo hostil, Jesus transmite duplamente a paz (vers. 19 e 21: é o "shalom" hebraico, no sentido de harmonia, serenidade, tranquilidade, confiança, vida plena). Assegura-se, assim, aos discípulos que Jesus venceu aquilo que os assustava (a morte, a opressão, a hostilidade do mundo); e que, doravante, os discípulos não têm qualquer razão para ter medo.
Depois (vers. 20a), Jesus revela a sua "identidade": nas mãos e no lado trespassado, estão os sinais do seu amor e da sua entrega. É nesses sinais de amor e de doação que a comunidade reconhece Jesus vivo e presente no seu meio. A permanência desses "sinais" indica a permanência do amor de Jesus: Ele será sempre o Messias que ama e do qual brotarão a água e o sangue que constituem e alimentam a comunidade.
Em seguida (vers. 22), Jesus "soprou" sobre os discípulos reunidos à sua volta. O verbo aqui utilizado é o mesmo do texto grego de Gn 2,7 (quando se diz que Deus soprou sobre o homem de argila, infundindo-lhe a vida de Deus). Com o "sopro" de Gn 2,7, o homem tornou-se um ser vivente; com este "sopro", Jesus transmite aos discípulos a vida nova que fará deles homens novos. Agora, os discípulos possuem o Espírito, a vida de Deus, para poderem - como Jesus - dar-se generosamente aos outros. É este Espírito que constitui e anima a comunidade de Jesus.
Na segunda parte (vers. 24-29), apresenta-se uma catequese sobre a fé. Como é que se chega à fé em Cristo ressuscitado?
João responde: podemos fazer a experiência da fé em Cristo vivo e ressuscitado na comunidade dos crentes, que é o lugar natural onde se manifesta e irradia o amor de Jesus. Tomé representa aqueles que vivem fechados em si próprios (está fora) e que não faz caso do testemunho da comunidade, nem percebe os sinais de vida nova que nela se manifestam. Em lugar de integrar-se e participar da mesma experiência, pretende obter (apenas para si próprio) uma demonstração particular de Deus.
Tomé acaba, no entanto, por fazer a experiência de Cristo vivo no interior da comunidade. Porquê? Porque no "dia do Senhor" volta a estar com a sua comunidade. É uma alusão clara ao domingo, ao dia em que a comunidade é convocada para celebrar a Eucaristia: é no encontro com o amor fraterno, com o perdão dos irmãos, com a Palavra proclamada, com o pão de Jesus partilhado, que se descobre Jesus ressuscitado.
A experiência de Tomé não é exclusiva das primeiras testemunhas; mas todos os cristãos de todos os tempos podem fazer esta mesma experiência.



Fonte:
www.dehonianos.org

sábado, 3 de abril de 2021

Comentário Litúrgico "O Domingo"

 Comentário Litúrgico "O Domingo"   


                                                                                                                                                                                                                                                         


1º Domingo da Páscoa 
Domingo, 04 de abril 2021
Evangelho (Jo 20,1-9)


Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado:
celebremos a festa do Senhor.


Evangelho de hoje (Jo 20, 1-9) - Egídio Serpa | Egídio Serpa - Diário do  NordesteO texto começa com uma indicação aparentemente cronológica, mas que deve ser entendida, sobretudo, em chave teológica: "no primeiro dia da semana". Significa que aqui começou um novo ciclo - o da nova criação, o da libertação definitiva. Este é o "primeiro dia" de um novo tempo e de uma nova realidade - o tempo do Homem Novo, que nasceu a partir da ação criadora e vivificadora de Jesus.
A primeira personagem em cena é Maria Madalena: ela é a primeira a dirigir-se ao túmulo de Jesus, ainda o sol não tinha nascido, na manhã do "primeiro dia da semana". Maria Madalena representa, no Quarto Evangelho, a nova comunidade nascida da ação criadora e vivificadora do Messias. Inicialmente, os discípulos acreditaram que a morte tinha triunfado e pensavam que Jesus estava prisioneiro do sepulcro... A comunidade nascida de Jesus era, em consequência, uma comunidade perdida, desorientada, insegura, desamparada, que ainda não descobrira que a morte tinha sido derrotada. Por isso, procurou Jesus no túmulo, mas, diante do sepulcro vazio, tomou consciência da ressurreição e percebeu que a morte não tinha vencido Jesus.
Na sequência, João apresenta uma catequese sobre a dupla atitude dos discípulos diante do mistério da morte e da ressurreição de Jesus. Essa dupla atitude é expressa no comportamento dos dois discípulos que, na manhã da Páscoa, correram ao túmulo de Jesus: Simão Pedro e um "outro discípulo" não identificado (mas que parece ser esse "discípulo amado", apresentado no Quarto Evangelho como o modelo ideal do discípulo).
João coloca, aliás, estas duas figuras lado a lado em várias circunstâncias (na última ceia, é o "discípulo amado" que percebe quem está do lado de Jesus e quem O vai trair - cf. Jo 13,23-25; na paixão, é ele que consegue estar perto de Jesus no átrio do sumo sacerdote, enquanto Pedro O trai - cf. Jo 18,15-18.25-27; é ele que está junto da cruz quando Jesus morre - cf. Jo 19,25-27; é ele quem reconhece Jesus ressuscitado nesse vulto que aparece aos discípulos no lago de Tiberíades - cf. Jo 21,7). Nas outras vezes, o "discípulo amado" levou sempre vantagem sobre Pedro. Aqui, isso irá acontecer outra vez: o "outro discípulo" correu mais e chegou ao túmulo primeiro que Pedro (o fato de se dizer que ele não entrou logo pode querer significar a sua deferência e o seu amor, que resultam da sua sintonia com Jesus); e, depois de ver, "acreditou" (o mesmo não se diz de Pedro).
O que é que estas duas figuras de discípulo representam?
Em geral, Pedro representa, nos Evangelhos, o discípulo obstinado, para quem a morte significa fracasso e que se recusa a aceitar que a vida nova passe pela humilhação da cruz (Jo 13,6-8.36-38; 18,16.17.18.25-27; cf. Mc 8,32-33; Mt 16,22-23). Ele é, em várias situações, o discípulo que tem dificuldade em entender os valores que Jesus propõe, que raciocina de acordo com a lógica do mundo e que não entende que a vida eterna e verdadeira possa brotar da cruz. Na sua perspectiva, Jesus fracassou, pois insistiu - contra toda a lógica - em servir e em dar a vida. Para ele, a doação e a entrega não podem conduzir à vitória, mas sim à derrota; portanto, Jesus morreu e o caso está encerrado. A eventual ressurreição de Jesus é, pois, uma hipótese absurda e sem sentido.
Ao contrário, o "outro discípulo" - o "discípulo amado" - é aquele que está sempre próximo de Jesus, que se identifica com Jesus, que adere incondicionalmente aos valores de Jesus, que ama Jesus. Nessa comunhão e intimidade com Jesus, ele aprendeu e interiorizou a lógica de Jesus e percebeu que a doação e a entrega são um caminho de vida. Para ele, faz todo o sentido que Jesus tenha ressuscitado ("viu e acreditou" - vers. 8), pois a vitória sobre a morte é o resultado lógico do dom da vida, do amor até ao extremo.
Esse "outro discípulo" é, portanto, a imagem do discípulo ideal, que está em sintonia total com Jesus, que percebe e aceita os valores de Jesus, que está disposto a embarcar com Jesus na lógica do amor e do dom da vida, que corre ao encontro de Jesus com um total empenho, que compreende os sinais da ressurreição e que descobre (porque o amor leva à descoberta) que Jesus está vivo. Ele é o paradigma do Homem Novo, do homem recriado por Jesus.



Fonte:
www.dehonianos.org

domingo, 21 de fevereiro de 2021

1º Domingo da Quaresma 2021

Neste 1º Domingo da Quaresma, na celebração Eucarística presidida pelo padre Jânio José, onde em sua homilia ele falou sobre as tentações de Jesus no deserto conforme Evangelho (Mc 1,12-15).

domingo, 14 de fevereiro de 2021

6º Domingo do Tempo Comum

Ne celebração Eucarística deste 6º Domingo do Tempo Comum, nosso pároco, padre Gilvan Manuel nos falou sobre as lepras dos tempos atuais conforme Evangelho de Marcos (Mc 1,40-45) nesse domingo dia 14 de fevereiro de 2021.

domingo, 24 de janeiro de 2021

3º Domingo do Tempo Comum

Nosso pároco, padre Gilvan Manuel nos falou sobre o Evangelho de Marcos 1,14-20 na
celebração da missa do 3º Domingo do Tempo Comum neste dia, 24 de janeiro de 2021.


segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Batismo do Senhor

Padre Gilvan Manuel-CM, com sua mensagem do Evangelho Mc 1,7-11 na celebração deste domingo, dia 10 de janeiro de 2021, Batismo do Senhor.

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