Neste sábado dia 17 de dezembro de 2017 foi realizado em nossa paroquia foi celebrada a Missa de Reinvestidura dos Ministros da Sagrada Comunhão Eucarística. A celebração Eucarística foi presidida pelo nosso pároco padre Evaldo carvalho.
segunda-feira, 18 de dezembro de 2017
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
Palavra do Pastor
1º Domingo do Advento
Domingo, 03 de dezembro 2017
Evangelho Marcos 13,33-37
Mostrai-nos, Senhor, a vossa misericórdia e dai-nos a vossa salvação.
O nosso texto está integrado na terceira parte do discurso escatológico. Refere-se diretamente ao final dos tempos e à atitude que os discípulos devem ter face a esse encontro último e definitivo com Jesus. O seu objectivo não é transmitir informação objetiva acerca do “como” e do “quando”, mas formar os discípulos e torná-los capazes de enfrentar a história com determinação e esperança.
O Evangelho deste domingo começa com uma parábola – a parábola do homem que partiu em viagem, distribuiu tarefas aos seus servos e mandou ao porteiro que vigiasse – e termina com uma advertência aos discípulos acerca da atitude correta para esperar o Senhor. Primitivamente, a parábola contada por Jesus seria dirigida aos discípulos e teria como objectivo recordar-lhes o dever de guardar e fazer frutificar os tesouros desse Reino que Jesus lhes confiou antes de partir para o Pai.
O “dono da casa” da parábola é, evidentemente, Jesus. Ao deixar este mundo para voltar para junto do Pai, Ele confiou aos discípulos a tarefa de construir o “Reino” e de tornar realidade um mundo construído de acordo com os valores do Reino. Os discípulos de Jesus não podem, portanto, cruzar os braços, à espera que o Senhor venha; eles têm uma missão – uma missão que lhes foi confiada pelo próprio Jesus e que eles devem concretizar, mesmo em condições adversas. É necessário não esquecer isto: esta espera, vivida no tempo da história, não é uma espera passiva, de quem se limita a deixar passar o tempo até que chegue um final anunciado; mas é uma espera ativa, que implica um compromisso efetivo com a construção de um mundo mais humano, mais fraterno, mais justo, mais evangélico.
Quem é o “porteiro”, com uma tarefa especial de vigilância? Na perspectiva de Marcos, o “porteiro” parece ser todo aquele que tem uma responsabilidade especial na comunidade cristã… A sua missão é impedir que a comunidade seja invadida por valores estranhos ao Evangelho e à dinâmica do Reino. A figura do “porteiro” adequa-se, especialmente, aos responsáveis da comunidade cristã, a quem foi confiada a missão da vigilância e da animação da comunidade. Eles devem ajudar a comunidade a discernir permanentemente, diante dos valores do mundo, aquilo que a comunidade pode ou não aceitar para viver na fidelidade ativa a Jesus e às suas propostas.
Todos – “porteiro” e demais servos do “senhor” – devem estar ativos e vigilantes. A palavra-chave do Evangelho deste dia é esta: “vigilância”. Contudo, “vigilância” não significará, para os discípulos, o viver à margem da história, num angelismo alienante, evitando comprometer-se para não se sujar com as realidades do mundo e procurando manter a “alma” pura e sem mancha para que o Senhor, quando chegar, os encontre sem pecados graves; mas será o viver dia a dia comprometido com a construção do Reino, realizando fielmente as tarefas que o Senhor lhes confiou. Essas tarefas passam pelo compromisso efetivo com a construção de um mundo novo, um mundo que viva cada vez mais de acordo com os projetos de Deus.
O nosso texto assegura aos discípulos, em caminhada pelo mundo, que o objetivo final da história humana é o encontro definitivo e libertador com Jesus. “O Senhor vem” – garante-lhes o próprio Jesus; e esta certeza deve animar e dar esperança aos discípulos, sobretudo nos momentos de crise e de confusão. Mesmo que tudo pareça ruir à sua volta, os discípulos são chamados a não perder a esperança e a ver, para além das estruturas velhas que vão caindo, a realidade do mundo novo a nascer.
Que devem os discípulos fazer, enquanto esperam que irrompa definitivamente esse mundo novo prometido? Devem, com coragem e perseverança, dar a sua contribuição para a edificação do “Reino”, sendo testemunhas e mensageiros da paz, da justiça, do amor, do perdão, da fraternidade, cumprindo dessa forma a missão que Jesus lhes confiou.
Oração
Pai, que a purificação da fé predisponha-me para ir ao encontro do Senhor. Como o homem pagão, quero manifestar uma fé imensa no poder salvífico de teu Filho Jesus.
Domingo, 03 de dezembro 2017
Evangelho Marcos 13,33-37
Mostrai-nos, Senhor, a vossa misericórdia e dai-nos a vossa salvação.
O nosso texto está integrado na terceira parte do discurso escatológico. Refere-se diretamente ao final dos tempos e à atitude que os discípulos devem ter face a esse encontro último e definitivo com Jesus. O seu objectivo não é transmitir informação objetiva acerca do “como” e do “quando”, mas formar os discípulos e torná-los capazes de enfrentar a história com determinação e esperança.
O Evangelho deste domingo começa com uma parábola – a parábola do homem que partiu em viagem, distribuiu tarefas aos seus servos e mandou ao porteiro que vigiasse – e termina com uma advertência aos discípulos acerca da atitude correta para esperar o Senhor. Primitivamente, a parábola contada por Jesus seria dirigida aos discípulos e teria como objectivo recordar-lhes o dever de guardar e fazer frutificar os tesouros desse Reino que Jesus lhes confiou antes de partir para o Pai.
O “dono da casa” da parábola é, evidentemente, Jesus. Ao deixar este mundo para voltar para junto do Pai, Ele confiou aos discípulos a tarefa de construir o “Reino” e de tornar realidade um mundo construído de acordo com os valores do Reino. Os discípulos de Jesus não podem, portanto, cruzar os braços, à espera que o Senhor venha; eles têm uma missão – uma missão que lhes foi confiada pelo próprio Jesus e que eles devem concretizar, mesmo em condições adversas. É necessário não esquecer isto: esta espera, vivida no tempo da história, não é uma espera passiva, de quem se limita a deixar passar o tempo até que chegue um final anunciado; mas é uma espera ativa, que implica um compromisso efetivo com a construção de um mundo mais humano, mais fraterno, mais justo, mais evangélico.
Quem é o “porteiro”, com uma tarefa especial de vigilância? Na perspectiva de Marcos, o “porteiro” parece ser todo aquele que tem uma responsabilidade especial na comunidade cristã… A sua missão é impedir que a comunidade seja invadida por valores estranhos ao Evangelho e à dinâmica do Reino. A figura do “porteiro” adequa-se, especialmente, aos responsáveis da comunidade cristã, a quem foi confiada a missão da vigilância e da animação da comunidade. Eles devem ajudar a comunidade a discernir permanentemente, diante dos valores do mundo, aquilo que a comunidade pode ou não aceitar para viver na fidelidade ativa a Jesus e às suas propostas.
Todos – “porteiro” e demais servos do “senhor” – devem estar ativos e vigilantes. A palavra-chave do Evangelho deste dia é esta: “vigilância”. Contudo, “vigilância” não significará, para os discípulos, o viver à margem da história, num angelismo alienante, evitando comprometer-se para não se sujar com as realidades do mundo e procurando manter a “alma” pura e sem mancha para que o Senhor, quando chegar, os encontre sem pecados graves; mas será o viver dia a dia comprometido com a construção do Reino, realizando fielmente as tarefas que o Senhor lhes confiou. Essas tarefas passam pelo compromisso efetivo com a construção de um mundo novo, um mundo que viva cada vez mais de acordo com os projetos de Deus.
O nosso texto assegura aos discípulos, em caminhada pelo mundo, que o objetivo final da história humana é o encontro definitivo e libertador com Jesus. “O Senhor vem” – garante-lhes o próprio Jesus; e esta certeza deve animar e dar esperança aos discípulos, sobretudo nos momentos de crise e de confusão. Mesmo que tudo pareça ruir à sua volta, os discípulos são chamados a não perder a esperança e a ver, para além das estruturas velhas que vão caindo, a realidade do mundo novo a nascer.
Que devem os discípulos fazer, enquanto esperam que irrompa definitivamente esse mundo novo prometido? Devem, com coragem e perseverança, dar a sua contribuição para a edificação do “Reino”, sendo testemunhas e mensageiros da paz, da justiça, do amor, do perdão, da fraternidade, cumprindo dessa forma a missão que Jesus lhes confiou.
Oração
Pai, que a purificação da fé predisponha-me para ir ao encontro do Senhor. Como o homem pagão, quero manifestar uma fé imensa no poder salvífico de teu Filho Jesus.
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
VI Festival de Musica e Canções do Espirito Santo
A Comunidade de São José da Paróquia São Pedro e São Paulo, realizou na noite deste sábado dia 02 de dezembro de 2017 o 6º VI Festival de Musica e Canções do Espirito Santo. O Festival foi abrilhantado com varias participação na categoria Solo e mais outros na galeria grupos, foi bastante positivo.
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
Festa de Nossa Senhora Imaculada Conceição - Abertura
A Comunidade Imaculada Conceição a mais nova comunidade da Paróquia São Pedro e São Paulo, deu inicio da sua primeira festa da sua padroeira neste diia 30 de novembro com a celebração da Santa Missa em honra a Imaculada Conceição. A Celebração de abertura dos festejos foi presidida pelo Visitado da Província de Fortaleza da Congregação da Missão, o Padre Silvio Mitozo., CM.
O Festejo encerra no dia 08 de dezembro de 2017.
O Festejo encerra no dia 08 de dezembro de 2017.
terça-feira, 21 de novembro de 2017
Celebração de Investidura e Reinvestidura Mestre de Cerimônias
O Ministério de Mestre de Cerimonias da Paróquia São Pedro e São Paulo realizou na missa deste 33º Domingo ado tempo Comum, dia 19/11/2017 a Solenidade de Investidura para os novo mestre de cerimônias e a renovação de compromisso com os mestres de cerimonia já reinvestidos.
terça-feira, 14 de novembro de 2017
Missa de envio da Pastoral Familiar
Neste 32º Domingo do Tempo Comum, dia 12/11/2017 foi celebrada a Missa de envio da Pastoral familiar em nosso paróquia.
Padre Evaldo Carvalho enalteceu o desempenho e o esforço da comissão Arquidiocesana da Pastoral Familiar juntamente com o casal Coordenador da nossa Paróquia para que fosse implantada a Pastoral em nossa paróquia.
Padre Evaldo Carvalho enalteceu o desempenho e o esforço da comissão Arquidiocesana da Pastoral Familiar juntamente com o casal Coordenador da nossa Paróquia para que fosse implantada a Pastoral em nossa paróquia.
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
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