| CASAL | ENDEREÇO | ECC | D.C | ANOS | BODAS |
| Assis e Mércia 3284-5909/86351129 | R. Carlos Gondim, 665 – Jardim Guanabara | 26º | 01/02/86 | 26Anos | Alexandrita |
| Neto e Neta 8821-9650/9608-6423 | R. Maria Clara, 1177 – Q. Cunha | 19º | 01/02/95 | 17 Anos | Rosa |
| Dedé e Valda 8717-3367 | R. George Cavalcante, 937 – J . Guanabara | 25º | 03/02/85 | 27 Anos | Crisopásio |
| Aurenir e Eronilde 3284-5355 | R. Cecil Salgado, 534 – J. Guanabara | 9º | 04/02/92 | 20 Anos | Porcelana |
| Francisco e Auxiliadora 3479-3303 | Av. Mozart P. de Lucena, 3347 – São Fco. | 26º | 07/02/87 | 25 Anos | Prata |
| André e Amélia 8135-6833 | R. do Caranguejo, 2598 – São Francisco | 22º | 08/02/03 | 09 Anos | Vime |
| Arimatéia e Clara 3342-3217 | R. Major Celestino, | 14º | 10/02/79 | 33 Anos | Crizopala |
| Mendonça e Jeane 3479-7342/8725-6170 | R. Sulamita Portela, 170 – Quintino Cunha | 23º | 13/02/82 | 30 Anos | Pérola |
| Cícero e Aparecida 8797-3058/96461025 | Dom Aluisio, 139 – Antônio Bezerra | 22º | 19/02/92 | 20 Anos | Porcelana |
| Jorge e Kerbene 3282-1813 | R. Creuza Rocha, 300 – Jardim Guanabara | 21º | 19/02/00 | 12 Anos | Seda |
| Itemberg e Marcileide 3228-0174 | R. Cecil Salgado, 109 – Quintino Cunha | 17º | 22/02/84 | 28 Anos | Hematita |
| Eliezer e Amparo 3237-8605 | R. Luís Costa Filho, 352 – Cidade Oeste | 20º | 22/02/86 | 26 Anos | Alexandrita |
| Cândido e Toinha | R. do Camarão, 76 – São Francisco | 9º | 24/02/79 | 33 Anos | Crizopala |
| Francisco e Zefinha 3479-1458/87901085 | R. 01, 169 – Ômega II. Quintino Cunha | 15º | 26/02/78 | 34 Anos | Oliveira |
| Batista e Margarida 3282-3745 | R. Rdo Pinheiro Bastos, 351 – Olavo Oliveira | 25º | 26/02/70 | 42 Anos | Prata dourada |
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Casais Aniversariantes de Fevereiro 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
IV DOMINGO DO TEMPO COMUM
DIA 29 DE JANEIRO – DOMINGO
Marcos 1,21-28
Marcos 1,21-28
Um povo de profetas se reúne para celebrar a fé no Deus vivo e libertador. A Eucaristia é um espaço privilegiado para aprendermos quem é Jesus. É ele quem nos abre os olhos para vermos que, no meio de nós e ao nosso redor, há uma multidão de gente despersonalizada e oprimida pelos espíritos maus que alienam nosso povo. Na Eucaristia ouvimos a Palavra de Deus, que nos ensina por meio de seu Filho. Seu ensinamento é uma prática libertadora que decreta a destruição de tudo o que não condiz com seu projeto de vida e liberdade. É a essa prática que hoje queremos nos doar plenamente, ocupando-nos com as coisas do Senhor. No Evangelho deste IV Domingo do Tempo Comum o Evangelista Marcos está preocupado em mostrar quem é Jesus. Mas não se preocupa com definições abstratas. Ele apresenta Jesus agindo. E, a partir de seus gestos, nós podemos descobrir quem ele é. O trecho de hoje é de grande importância. Trata-se do primeiro ato público de Jesus. Além disso, apresenta um dia típico da atividade de Jesus: o que encontramos nesses versículos é uma mostra daquilo que o Mestre faz constantemente. Marcos situa no tempo e no espaço o relato do primeiro milagre: é um dia de sábado (tempo) e Jesus entra na sinagoga (espaço), acompanhado pelos discípulos que acabara de convocar. O sábado era uma das instituições sagradas para as pessoas daquela época, dia de celebrar a vida e a comunhão com Deus. A sinagoga era lugar de estudo e aprendizagem. Mas o sábado e a sinagoga não estavam favorecendo a vida. Jesus começa a ensinar. Marcos não fala do conteúdo desse ensinamento. É que, neste evangelho, ensino e prática são a mesma coisa. O povo se admira, porque ele ensina como quem tem autoridade, e não como os doutores da Lei. Depois que o homem possuído por um espírito mau foi libertado, o povo fica espantado, e todos se perguntam: “O que é isto? Um ensinamento novo, dado com autoridade”. O ensinamento de Jesus é novo porque liberto ao mesmo tempo em que ensina. Aí se situa a diferença entre o seu ensinamento e o dos doutores da Lei, cuja prática não conduz à libertação. E isso tem muito a ver com nossa prática pastoral, às vezes feita de teorias, sem imprimir uma caminhada libertadora. Ao entrar na sinagoga, Jesus se volta para quem não recebia atenção. Ele faz com que o possuído pelo demônio se torne o centro das atenções, e sua libertação é, ao mesmo tempo, prática e ensino. O homem possuído pelo espírito mal é símbolo de todas as pessoas despersonalizadas às quais foi impedido falar e agir como sujeitos da própria vida e história. Não são donas de si próprias. Sua vida e destino dependem de outros que pensam, falam e agem por elas. Os espíritos maus que falam em nome do povo jamais admitirão a possibilidade de o povo vir a ser libertado. É assim que o espírito mal reage diante de Jesus: “O que queres de nós?”. Notemos um detalhe importante: o espírito mau fala no plural, sinal de que representa de fato tudo o que despersonaliza e aliena as pessoas. Nesse sentido, ele é o princípio de todas as alienações da sociedade: discursos políticos enganadores, planos econômicos que roubam do povo o pouco que possui entendimentos sociais que não ajudam o povo a sair da miséria, etc. Que o Bom Deus nos ajude a discernir a voz de Deus em meio aos espíritos maus. Abençoe-nos o Deus Todo Poderoso Pai, Filho e Espírito Santo.
Uma ótima semana a todos!
Pe. Francisco Ivo
Paróquia São Pedro e São Paulo
Um povo de profetas se reúne para celebrar a fé no Deus vivo e libertador. A Eucaristia é um espaço privilegiado para aprendermos quem é Jesus. É ele quem nos abre os olhos para vermos que, no meio de nós e ao nosso redor, há uma multidão de gente despersonalizada e oprimida pelos espíritos maus que alienam nosso povo. Na Eucaristia ouvimos a Palavra de Deus, que nos ensina por meio de seu Filho. Seu ensinamento é uma prática libertadora que decreta a destruição de tudo o que não condiz com seu projeto de vida e liberdade. É a essa prática que hoje queremos nos doar plenamente, ocupando-nos com as coisas do Senhor.
No Evangelho deste IV Domingo do Tempo Comum o Evangelista Marcos está preocupado em mostrar quem é Jesus. Mas não se preocupa com definições abstratas. Ele apresenta Jesus agindo. E, a partir de seus gestos, nós podemos descobrir quem ele é. O trecho de hoje é de grande importância. Trata-se do primeiro ato público de Jesus. Além disso, apresenta um dia típico da atividade de Jesus: o que encontramos nesses versículos é uma mostra daquilo que o Mestre faz constantemente.
Marcos situa no tempo e no espaço o relato do primeiro milagre: é um dia de sábado (tempo) e Jesus entra na sinagoga (espaço), acompanhado pelos discípulos que acabara de convocar. O sábado era uma das instituições sagradas para as pessoas daquela época, dia de celebrar a vida e a comunhão com Deus. A sinagoga era lugar de estudo e aprendizagem. Mas o sábado e a sinagoga não estavam favorecendo a vida.
Jesus começa a ensinar. Marcos não fala do conteúdo desse ensinamento. É que, neste evangelho, ensino e prática são a mesma coisa. O povo se admira, porque ele ensina como quem tem autoridade, e não como os doutores da Lei. Depois que o homem possuído por um espírito mau foi libertado, o povo fica espantado, e todos se perguntam: “O que é isto? Um ensinamento novo, dado com autoridade”. O ensinamento de Jesus é novo porque liberto ao mesmo tempo em que ensina. Aí se situa a diferença entre o seu ensinamento e o dos doutores da Lei, cuja prática não conduz à libertação. E isso tem muito a ver com nossa prática pastoral, às vezes feita de teorias, sem imprimir uma caminhada libertadora. Ao entrar na sinagoga, Jesus se volta para quem não recebia atenção. Ele faz com que o possuído pelo demônio se torne o centro das atenções, e sua libertação é, ao mesmo tempo, prática e ensino.
O homem possuído pelo espírito mal é símbolo de todas as pessoas despersonalizadas às quais foi impedido falar e agir como sujeitos da própria vida e história. Não são donas de si próprias. Sua vida e destino dependem de outros que pensam, falam e agem por elas. Os espíritos maus que falam em nome do povo jamais admitirão a possibilidade de o povo vir a ser libertado. É assim que o espírito mal reage diante de Jesus: “O que queres de nós?”. Notemos um detalhe importante: o espírito mau fala no plural, sinal de que representa de fato tudo o que despersonaliza e aliena as pessoas. Nesse sentido, ele é o princípio de todas as alienações da sociedade: discursos políticos enganadores, planos econômicos que roubam do povo o pouco que possui entendimentos sociais que não ajudam o povo a sair da miséria, etc.
Que o Bom Deus nos ajude a discernir a voz de Deus em meio aos espíritos maus. Abençoe-nos o Deus Todo Poderoso Pai, Filho e Espírito Santo.
Uma ótima semana a todos!
Pe. Francisco Ivo
Paróquia São Pedro e São Paulo
Paróquia São Pedro e São Paulo
Impeça que o Cristo Redentor seja mais uma vez escarnecido no Carnaval do Rio de Janeiro
Precisamos unir forças, pois a batalha é contra os “maiorais” do carnaval no Rio de Janeiro.
Veja aqui como assinar uma Petição solicitando ao Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta e ao prefeito da cidade, Sr. Eduardo Paes, para que NÃO PERMITAM que levem para a Avenida da imoralidade que é a Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, imagem alguma que sugira ser o Cristo Redentor.
Este insulto não podemos deixar passar em branco!
A petição será enviada a Arquidiocese do Rio de Janeiro e ao Gabinete do Prefeito antes do Carnaval. Por isso pedimos a todos que participem até o dia 10 de fevereiro.
Esta petição foi criada depois que soubemos da grande ofensa que estão armando contra Nosso Senhor Jesus Cristo.
Uma escola de samba resolveu homenagear Joãosinho 30 – um carnavalesco que faleceu ano passado – colocando em seu desfile de imoralidades do carnaval de 2012 uma alegoria onde o Cristo Redentor é motivo de chacota, pois é intitulado “Cristo Mendigo”, tem uma lona o cobrindo inteiro (porque na época do desfile, em 1989, a estátua foi proibida de ser usada) e o insulto óbvio: Imagens santas não devem estar e nem ser expostas em eventos imorais.
Assine agora a Petição e entenda melhor o que acontece nesta página.
Compartilhe esta petição nas redes sociais, por e-mail, em blogs.
Vamos abalar as estruturas desta festa que só tem como objetivo o pecado carnal.
domingo, 22 de janeiro de 2012
III DOMINGO DO TEMPO COMUM
(Marcos 1,14-20)
Nos Domingos do Tempo Comum deste ano vamos refletir sobre o Evangelho de Marcos. Ele o escreveu com a preocupação de mostrar quem é Jesus aos que se preparavam para receber o batismo. A cada passo essa obra revela quem é Jesus. Ao mesmo tempo vamos conhecendo o que significa ser cristão.
No Evangelho deste III Domingo do Tempo Comum Marcos situa rapidamente o contexto em que aparece o programa de Jesus, sintetizado pela primeira declaração do Mestre nesse Evangelho. Temos uma vaga indicação de tempo: “O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho”. Também a nós, hoje, assim como disse a Simão e André, Jesus convida: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”.
Somos, portanto, convidados a deixarmos imediatamente as redes de nossas ocupações e pré-ocupações quotidianas e seguir ao Senhor. As coisas deste mundo são passageiras e, se não dominadas com racionalidade e religiosa liberdade, sufocam e aniquilam o nosso espírito. O Senhor nos convida a deixar os nossos interesses pessoais, nossos Zebedeus, na barca de nossa vida medíocre e partir, seguindo o caminho do Amor incondicional.
De fato, o seguimento de Jesus exige coragem, destemor ... Não suporta a covardia espiritual! Ressoam em nossos corações as palavras do Senhor: “Convertei-vos e crede no Evangelho”. Sem conversão radical de vida, pensamentos, sentimentos e intenções, não existem fé e esperança. Sem fé viva e certa no Amor do Senhor, não existe conversão.
Com Jesus iniciou-se o tempo favorável, o dia da salvação. Peçamos ao Pai Celeste que o tempo de nossa existência seja marcado por suas intervenções de amor. Que as bênçãos de Deus caiam de forma copiosa sobre todos nós e nossas famílias.
Uma ótima semana a todos!
Pe. Francisco Ivo
Paróquia São Pedro e São Paulo
Paróquia São Pedro e São Paulo
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
ECC na Igreja
Casal coordenador do ECC na Arquidiocese de Fortaleza fala
sobre serviço do ECC na Igreja
Publicado em: 17/01/2012 |
Confira os vídeos: Lourdes Guerra e João de Deus Almeida, casal coordenador do ECC / Padre Lopes, Diocese de Limoeiro do Norte, Paróquia Nossa Senhora da Soledade, em Icapuí.
sobre serviço do ECC na Igreja
Publicado em: 17/01/2012 |O Encontro de Casais com Cristo (ECC) realizou mais um momento de formação, desta vez foi para oitenta casais da 1º etapa e oito da 2º, com o tema “formação para as equipes de dirigentes da região episcopal São José”. O encontro aconteceu no último domingo, 15, no Centro de Pastoral “Maria, Mãe da Igreja”.
O ECC é um serviço da Igreja em favor da evangelização das famílias. Procura construir o Reino de Deus, aqui e agora, a partir da família, da comunidade paroquial, mostrando pistas para que os casais se reencontrem com eles mesmos, com os filhos, com a comunidade e, principalmente, com Cristo. Para isto, busca compreender o que é “ser Igreja hoje” e de seu compromisso com a dignidade da pessoa humana e com a Justiça Social. O encontro prima em despertar os casais para as pastorais paroquiais, devidamente integradas na Pastoral de Conjunto da Arquidiocese. Para conhecer um pouco mais sobre o ECC, o setor de comunicação da arquidiocese de fortaleza gravou um videio com Lourdes Guerra e João de Deus Almeida, casal coordenador do ECC, você poderá conferir como e onde o ECC se organiza em nossa Arquidiocese.
Veja também um vídeo com o padre Lopes, da Diocese de Limoeiro do Norte, Paróquia Nossa Senhora da Soledade, em Icapuí, que durante o encontro das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) da Arquidiocese de Fortaleza foi convidado por membros do ECC para testemunhar sua experiência pessoal com o ECC. Padre Lopes é também das Comunidades Eclesiais de Base e em 2011 comemorou 25 anos de sacerdócio.
sábado, 14 de janeiro de 2012
II Domingo do Tempo comum
Pe. Francisco IVO, CM
II DOMINGO DO TEMPO COMUMDia 15 de janeiro - Domingo João 1,35-42
II DOMINGO DO TEMPO COMUM
Dia 15 de janeiro - Domingo João 1,35-42
Irmãos e Irmãs no Evangelho, deste II Domingo do Tempo Comum, ouvimos João Batista que anunciou: “Eis o Cordeiro de Deus!” Jesus perguntou aos discípulos que o seguiam: “O que estais procurando?” Eles, de fato, procuravam o Messias que quer dizer Cristo, o ungido do Pai. André, irmão de Simão, era um dos que seguiram Jesus, tocado pelas palavras de João Batista. Esta pergunta, feita outrora a dois discípulos de João Batista, Jesus a faz a todos nós. Estamos procurando Jesus. Buscamos um sentido para nossa vida pessoal e comunitária. Hoje, nós também, queremos dizer ao Senhor: “Fala, que teu servo escuta”. Celebramos a Eucaristia, testemunho do Senhor que nos ama. E a celebramos porque outras pessoas, antes de nós, testemunharam que este é um momento privilegiado em nossa vida, pois é a grande comunhão da humanidade com Deus. Somos todos membros do corpo de Cristo. Na celebração queremos sentir de novo que o corpo de Cristo e o corpo das pessoas são sagrados. E é a partir dos nossos corpos que queremos glorificar o Deus vivo e verdadeiro.Diante de Simão, Jesus o olha com olhar penetrante e diz: ”Tu serás chamado Cefas”, que quer dizer pedra. Pedro é a pedra sobre a qual Jesus edifica a sua Igreja nascente: o pequeno rebanho das ovelhas desgarradas da casa do Pai. Ainda hoje o Senhor nos convida: “Vinde todos a mim! Vinde ver onde moro! Vinde viver comigo! Vinde viver a minha vida, no Espírito Santo do Pai”. Neste domingo somos convidados a dar ao Senhor a nossa resposta; Sim! E a aceitar seu Espírito de Amor, que move nossos lábios para proclamarmos a Palavra de Deus, ouvida e acolhida em nossas vidas: quem acolhe esta Palavra não entrega seu corpo à imoralidade do pecado contra a carne, mas sabe preservá-lo para a glória no Reino de Deus; buscando uma vida digna e santa aos olhos do Senhor; pautando nossas ações segundo o grande mandamento do Amor a Deus e ao próximo.Somente quem ama incondicionalmente, pode servir incondicionalmente; somente quem vive para servir, conseguirá ser evangelicamente feliz, pois conseguirá ser canal da ação do Espírito do Senhor no mundo. Iluminados pelas palavras de João Batista, reconhecemos em Jesus o Cordeiro de Deus. Dispostos a com ele conviver, renovamos hoje nosso compromisso de segui-lo e colaborar para a construção de seu Reino de paz e fraternidade. O Evangelho, por sua vez, mostra que a vocação nasce do testemunho das pessoas. Em geral, no início de nossa vida, e ao longo da caminhada na fé, há o testemunho de alguém que nos apontou a pessoa de Jesus.O desejo maior de Jesus é que fiquemos sempre com ele. Portanto, obedientes e atentos as palavras de nosso mestre fiquemos com ele sempre onde quer que estejamos. Que o Bom Deus nos ajude a buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça; e tudo mais nos será acrescentado. Abençoe-nos o Deus todo Poderoso: Pai, Filho e Espírito Santo.Uma ótima semana a todos!
Irmãos e Irmãs no Evangelho, deste II Domingo do Tempo Comum, ouvimos João Batista que anunciou: “Eis o Cordeiro de Deus!” Jesus perguntou aos discípulos que o seguiam: “O que estais procurando?” Eles, de fato, procuravam o Messias que quer dizer Cristo, o ungido do Pai. André, irmão de Simão, era um dos que seguiram Jesus, tocado pelas palavras de João Batista. Esta pergunta, feita outrora a dois discípulos de João Batista, Jesus a faz a todos nós. Estamos procurando Jesus. Buscamos um sentido para nossa vida pessoal e comunitária. Hoje, nós também, queremos dizer ao Senhor: “Fala, que teu servo escuta”. Celebramos a Eucaristia, testemunho do Senhor que nos ama. E a celebramos porque outras pessoas, antes de nós, testemunharam que este é um momento privilegiado em nossa vida, pois é a grande comunhão da humanidade com Deus. Somos todos membros do corpo de Cristo. Na celebração queremos sentir de novo que o corpo de Cristo e o corpo das pessoas são sagrados. E é a partir dos nossos corpos que queremos glorificar o Deus vivo e verdadeiro.
Diante de Simão, Jesus o olha com olhar penetrante e diz: ”Tu serás chamado Cefas”, que quer dizer pedra. Pedro é a pedra sobre a qual Jesus edifica a sua Igreja nascente: o pequeno rebanho das ovelhas desgarradas da casa do Pai. Ainda hoje o Senhor nos convida: “Vinde todos a mim! Vinde ver onde moro! Vinde viver comigo! Vinde viver a minha vida, no Espírito Santo do Pai”. Neste domingo somos convidados a dar ao Senhor a nossa resposta; Sim! E a aceitar seu Espírito de Amor, que move nossos lábios para proclamarmos a Palavra de Deus, ouvida e acolhida em nossas vidas: quem acolhe esta Palavra não entrega seu corpo à imoralidade do pecado contra a carne, mas sabe preservá-lo para a glória no Reino de Deus; buscando uma vida digna e santa aos olhos do Senhor; pautando nossas ações segundo o grande mandamento do Amor a Deus e ao próximo.
Somente quem ama incondicionalmente, pode servir incondicionalmente; somente quem vive para servir, conseguirá ser evangelicamente feliz, pois conseguirá ser canal da ação do Espírito do Senhor no mundo. Iluminados pelas palavras de João Batista, reconhecemos em Jesus o Cordeiro de Deus. Dispostos a com ele conviver, renovamos hoje nosso compromisso de segui-lo e colaborar para a construção de seu Reino de paz e fraternidade. O Evangelho, por sua vez, mostra que a vocação nasce do testemunho das pessoas. Em geral, no início de nossa vida, e ao longo da caminhada na fé, há o testemunho de alguém que nos apontou a pessoa de Jesus.
O desejo maior de Jesus é que fiquemos sempre com ele. Portanto, obedientes e atentos as palavras de nosso mestre fiquemos com ele sempre onde quer que estejamos. Que o Bom Deus nos ajude a buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça; e tudo mais nos será acrescentado. Abençoe-nos o Deus todo Poderoso: Pai, Filho e Espírito Santo.
Uma ótima semana a todos!Pe. Francisco Ivo
Paróquia São Pedro e São Paulo
Paróquia São Pedro e São Paulo
Mãos de Jesus
Mãos de Jesus
(Isto é lindo!... Tente não chorar...)
A mãe deu um pulo assim que viu o cirurgião sair da sala de operações.
Perguntou:
- Como é que está o meu filho? Ele vai ficar bom?
- Quando é que eu posso vê-lo?
O cirurgião respondeu:
- Sinto muito. Fizemos tudo, mas o seu filho não resistiu.
Sally perguntou:
- Por que razão é que as crianças pequenas têm câncer? Será que Deus não se preocupa?
- Onde estava Tu, Deus, quando o meu filho necessitava?...
O cirurgião perguntou:
- Quer algum tempo com o seu filho? Uma das enfermeiras irá trazê-lo dentro de alguns minutos e depois será transportado para a Universidade.
Sally pediu à enfermeira para ficar com ela enquanto se despedia do seu filho. Passou os dedos pelo cabelo ruivo do seu filho.
- Quer um cachinho dele? Perguntou a enfermeira. Sally abanou a cabeça afirmativamente.
A enfermeira cortou o cabelo e colocou-o num saco de plástico, entregando-o a Sally.
- Foi idéia do Jimmy doar o seu corpo à Universidade porque assim talvez pudesse ajudar outra pessoa, disse Sally. No início eu disse que não, mas o Jimmy respondeu:
- Mãe, eu não vou necessitar do meu corpo depois de morrer. Talvez possa ajudar outro menino a ficar mais um dia com a sua mãe.
Ela continuou:
- O meu Jimmy tinha um coração de ouro. Estava sempre pensando nos outros. Sempre disposto a ajudar, se pudesse.
Depois de ter passado a maior parte dos últimos seis meses, Sally saiu do "Hospital Children's Mercy" pela última vez.
Colocou o saco com as coisas do seu filho no banco do carro ao lado dela. A viagem para casa foi muito difícil. Foi ainda mais difícil entrar na casa vazia.
Levou o saco com as coisas de Jimmy, incluindo o cabelo, para o quarto do seu filho. Começou a colocar os carros e as outras coisas no quarto exatamente nos locais onde ele sempre os teve. Deitou-se na cama dele, agarrou a almofada e chorou até que adormeceu.
Era quase meia-noite quando acordou e ao lado dela estava uma carta.
A carta dizia:
-Querida Mãe,
Sei que vai ter muitas saudades minhas; mas não pense que vou esquecer-me de você, ou que vou deixar de te amar só porque não estou por perto para dizer: "TE AMO".
Eu vou sempre te amar cada vez mais, Mãe, a cada dia que passe.
Um dia vamos estar juntos de novo. Mas até chegar esse dia, se quiser adotar um menino para não ficar tão sozinha, por mim está bem.
Ele pode ficar com o meu quarto e as minhas coisas para brincar. Mas se preferir uma menina, ela talvez não vá gostar das mesmas coisas que nós, garotos, gostamos.
Vai ter que comprar bonecas e outras coisas que as meninas gostam você sabe. Não fique triste pensando em mim. Este lugar é mesmo fantástico!
Os avôs vieram me receber assim que eu cheguei para me mostrar tudo, mas vai demorar muito tempo para eu poder ver tudo.
Eu vou sempre te amar cada vez mais, Mãe, a cada dia que passe.
Um dia vamos estar juntos de novo. Mas até chegar esse dia, se quiser adotar um menino para não ficar tão sozinha, por mim está bem.
Ele pode ficar com o meu quarto e as minhas coisas para brincar. Mas se preferir uma menina, ela talvez não vá gostar das mesmas coisas que nós, garotos, gostamos.
Vai ter que comprar bonecas e outras coisas que as meninas gostam você sabe. Não fique triste pensando em mim. Este lugar é mesmo fantástico!
Os avôs vieram me receber assim que eu cheguei para me mostrar tudo, mas vai demorar muito tempo para eu poder ver tudo.
Os Anjos são mesmo lindos! Adoro vê-los a voar!
E sabe de uma coisa?... Jesus não parece nada como se vê nas fotos, embora quando O vi, O tenha conhecido logo.
Ele levou-me a visitar Deus!
Ele levou-me a visitar Deus!
E sabe de uma coisa?...
Sentei-me no colo d'Ele e falei com Ele, como se eu fosse uma pessoa importante. Foi quando lhe disse que queria escrever esta carta, para te dizer adeus e tudo mais.
Mas eu já sabia que não era permitido.
Mas sabe de uma coisa Mãe?...
Deus entregou-me papel e a sua caneta pessoal para eu poder te escrever esta carta.
Acho que Gabriel é o anjo que te vai entregar a carta.
Deus disse para eu responder a uma das perguntas que você Lhe fez: "Onde estava Ele quando eu mais precisava?"...
Deus disse que estava no mesmo lugar, tal e qual, quando o filho dele, Jesus, foi crucificado. Ele estava presente, tal e qual como está com todos os filhos dele. Mãe, só você é que consegue ver o que eu escrevi mais ninguém. As outras pessoas veem este papel em branco.
Sentei-me no colo d'Ele e falei com Ele, como se eu fosse uma pessoa importante. Foi quando lhe disse que queria escrever esta carta, para te dizer adeus e tudo mais.
Mas eu já sabia que não era permitido.
Mas sabe de uma coisa Mãe?...
Deus entregou-me papel e a sua caneta pessoal para eu poder te escrever esta carta.
Acho que Gabriel é o anjo que te vai entregar a carta.
Deus disse para eu responder a uma das perguntas que você Lhe fez: "Onde estava Ele quando eu mais precisava?"...
Deus disse que estava no mesmo lugar, tal e qual, quando o filho dele, Jesus, foi crucificado. Ele estava presente, tal e qual como está com todos os filhos dele. Mãe, só você é que consegue ver o que eu escrevi mais ninguém. As outras pessoas veem este papel em branco.
É mesmo maravilhoso não é?...
Eu tenho que dar a caneta de volta a Deus para ele poder continuar a escrever no seu Livro da Vida.
Esta noite vou jantar na mesma mesa com Jesus.
Tenho a certeza que a comida vai ser boa.
Estava quase esquecendo: já não tenho dores, o câncer já foi embora.
Ainda bem, porque já não podia mais e Deus também não podia ver-me assim.
Foi quando ele enviou o Anjo da Misericórdia para me vir buscar.
O anjo disse que eu era uma encomenda especial! O que acha disto?...
Eu tenho que dar a caneta de volta a Deus para ele poder continuar a escrever no seu Livro da Vida.
Esta noite vou jantar na mesma mesa com Jesus.
Tenho a certeza que a comida vai ser boa.
Estava quase esquecendo: já não tenho dores, o câncer já foi embora.
Ainda bem, porque já não podia mais e Deus também não podia ver-me assim.
Foi quando ele enviou o Anjo da Misericórdia para me vir buscar.
O anjo disse que eu era uma encomenda especial! O que acha disto?...
Assinado com Amor de Deus, Jesus e de Mim.
Uma ótima semana para todos.

Pe. Francisco Ivo
Paróquia São Pedro e São Paulo
domingo, 1 de janeiro de 2012
DIA 1º DE JANEIRO - DOMINGO

Pe. Francisco IVO, CM
Pe. Francisco IVO, CM
DIA 1º DE JANEIRO - DOMINGO
MARIA, MÃE DE DEUS (Lucas 2,16-21)
Ano Novo, vida nova, é como costumamos dizer. Cabe a pergunta: Como será minha vida ao longo deste ano? Hoje é dia de festa e de transmitir votos de paz e de esperança. Como fazer com que isso não seja um simples e tímido desejo? Pois o resto do ano são guerras, ódio, violência, exploração e mortes. Há um bilhão e quinhentos milhões de pobres no mundo. Hoje é dia Mundial da Paz. Em nosso país, são muitas as expectativas no campo social, político, econômico, etc. Deus quer que nosso país seja repleto de sua bênção, nação plenamente fraterna e justa, pois esse é o projeto de Deus. Maria, cuja solenidade hoje celebramos, nos ensina a discernir a presença de Deus em nossa história. De fato, ele sempre se mostrou solidário com os anseios do seu povo, coroando de êxito suas lutas. Mas é em Jesus que essa solidariedade tomou forma definitiva. E é por meio dele, nascido de Maria, que podemos ter a certeza de que o futuro será melhor. Contudo, não bastam votos e boas intenções. A proposta de Jesus é exigente e envolve todas as pessoas de boa vontade. Quem se compromete com ele se torna promotor da paz e construtor de uma nova sociedade. Celebramos Maria, Mãe de Deus. Devemos essa festa às Igrejas Orientais, que, logo após o Natal, prestavam reconhecida homenagem àquela que nos trouxe o Salvador.
O Evangelho de hoje inicia falando da pressa que os pastores têm de chegar a Belém. Essa pressa caracteriza muito bem a expectativa dos pobres que receberam um anúncio extraordinário da intervenção de Deus, e não sossegam até que possam constatar pessoalmente a confirmação desse anúncio. Os pastores, sendo os primeiros aos quais é anunciado o nascimento do Salvador, demonstram a opção que Deus fez pelos excluídos. De fato, a imagem romântica dos pastores dos presépios não corresponde à realidade. Eles eram malvistos pelo fato de não respeitarem as propriedades dos outros, invadindo-as com seus rebanhos, e cobrando preços exorbitantes pelos produtos dos rebanhos. Conforme um documento babilônico de nome Tamud, dizia que um pastor não podia ser eleito a cargo de juiz ou testemunha nos tribunais, por causa da má fama e do desrespeito à propriedade.
É a um tipo assim de gente que é dirigido por primeiro o anúncio do nascimento do Salvador. E os pastores respondem ansiosamente a esse anúncio, indo apressadamente a Belém. O que encontram ao chegar não tem nada de extraordinário: um casal e um bebê deitado numa manjedoura. Mas isso é suficiente para eles compreenderem que ali está o Salvador deles, pois aquele bebê deitado na manjedoura é o sinal mais concreto da solidariedade de Deus para com os pastores. Jesus escolheu a linguagem da manjedoura para dizer-lhes que de fato ele é o Deus-Conosco. Nasceu excluído para os excluídos. Imediatamente os pastores se tornam anunciadores da salvação divina; já assimilaram a mensagem e agora evangelizam. Lucas dá a entender que junto a Maria, José e Jesus, há pessoas que ainda não haviam entendido a mensagem. E graças ao testemunho dos pastores, maravilham-se, ou seja, aderem a Jesus. De receptores da mensagem, os pastores passam a ser anunciadores.
A circuncisão era sinal da pertença a esse povo. Jesus assume os valores da sua gente. Porém sabemos que na sua prática consegue transformar esse universo de valores, dando-lhes nova forma e conteúdo. Para os semitas o nome é a carteira de identidade de uma pessoa. Revela quem é e o que faz. Essa identidade vem do próprio Deus. Jesus significa Javé salva. Portanto, tudo o que Deus quis dizer e fazer em benefício da humanidade encontra plena realização na vida de Jesus.
Mudemos nossa mentalidade, nosso jeito de encarar as coisas para termos em 2012 um verdadeiro ano novo; com nova vida e nova maneira de contemplarmos as pessoas e as coisas.
UM 2012 REPLETODE PAZ E SUCESSO A TODOS!
Uma ótima semana a todos!
Pe. Francisco Ivo
Paróquia São Pedro e São Paulo
Paróquia São Pedro e São Paulo
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