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sábado, 27 de agosto de 2022

5º Encontro das Famílias Missa de Encerramento

Padre Gilvan Manuel-CM preside a Missa de encerramento do 5º Encontro das Famílias, Missa do 21º Domingo do Tempo Comum.

O Domingo

 Comentário Litúrgico


22º Domingo do Tempo Comum

Domingo, 28 de agosto de 2022

Evangelho (Lc 14,1.7-14)




Tomai o meu jugo sobre vós, diz o Senhor,

e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração.



MENSAGEM


O texto apresenta duas partes. A primeira (vers. 7-11) aborda a questão da humildade; a segunda (vers 12-14) trata da gratuidade e do amor desinteressado. Ambas estão unidas pelo tema do "Reino": são atitudes fundamentais para quem quiser participar no banquete do "Reino".


As palavras que Jesus dirigiu aos convidados que disputavam os lugares de honra não são novidade, pois já o Antigo Testamento aconselhava a não ocupar os primeiros lugares (cf. Prov 25,6-7); mas o que aí era uma exortação moral, nas palavras de Jesus converte-se numa apresentação do "Reino" e da lógica do "Reino": o "Reino" é um espaço de irmandade, de fraternidade, de comunhão, de partilha e de serviço, que exclui qualquer atitude de superioridade, de orgulho, de ambição, de domínio sobre os outros; quem quiser entrar nele, tem de fazer-se pequeno, simples, humilde e não ter pretensões de ser melhor, mais justo, ou mais importante que os outros. Esta é, aliás, a lógica que Jesus sempre propôs aos seus discípulos: Ele próprio, na "ceia de despedida", comida com os discípulos na véspera da sua morte, lavou os pés aos discípulos e constituiu-os em comunidade de amor e de serviço - avisando que, na comunidade do "Reino", os primeiros serão os servos de todos (cf. Jo 13,1-17).


Na segunda parte, Jesus põe em causa - em nome da lógica do "Reino" - a prática de convidar para o banquete apenas os amigos, os irmãos, os parentes, os vizinhos ricos. Os fariseus escolhiam cuidadosamente os seus convidados para a mesa. Nas suas refeições, não convinha haver alguém de nível menos elevado, pois a "comunidade de mesa" vinculava os convivas e não convinha estabelecer obrigatoriamente laços com gente desclassificada e pecadora (por exemplo, nenhum fariseu se sentava à mesa com alguém pertencente ao "am aretz", ao "povo da terra", desclassificado e pecador). Por outro lado, também os fariseus tinham a tendência - própria de todas as pessoas, de todas as épocas e culturas - de convidar aqueles que podiam retribuir da mesma forma... A questão é que, dessa forma, tudo se tornava um intercâmbio de favores e não gratuidade e amor desinteressado.


Jesus denuncia - em nome do "Reino" - esta prática; mas vai mais além e apresenta uma proposta verdadeiramente subversiva... Segundo Ele, é preciso convidar "os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos". Os cegos, coxos e aleijados eram considerados pecadores notórios, amaldiçoados por Deus, e por isso estavam proibidos de entrar no Templo (cf. 2 Sm 5,8) para não profanar esse lugar sagrado (cf. Lv 21,18-23). No entanto, são esses que devem ser os convidados para o "banquete". Já percebemos que, aqui, Jesus já não está simplesmente a falar dessa refeição comida em casa de um fariseu, na companhia de gente distinta; mas está já a falar daquilo que esse "banquete" anuncia e prefigura: o banquete do "Reino".


Jesus traça aqui, portanto, os contornos do "Reino". Ele é apresentado como um "banquete", onde os convidados estão unidos por laços de familiaridade, de irmandade, de comunhão. Para esse "banquete", todos - sem exceção - são convidados (inclusive àqueles que a cultura social e religiosa tantas vezes exclui e marginaliza). As relações entre os que aderem ao banquete do "Reino" não serão marcadas pelos jogos de interesses, mas pela gratuidade e pelo amor desinteressado; e os participantes do "banquete" devem despir-se de qualquer atitude de superioridade, de orgulho, de ambição, para se colocarem numa atitude de humildade, de simplicidade, de serviço.

quinta-feira, 25 de agosto de 2022

5º Encontro das Famílias _Terço da Misericórdia

Cleber Cunha e a Irmã Imaculada da Comunidade Mariana Oásis da Paz, reza Terço da Misericórdia no 5º Encontro das Famílias na Paróquia São Pedro e São Paulo.

quarta-feira, 24 de agosto de 2022

5º Encontro das Famílias_3º Dia_Padre Jânio

Padre Jânio José-CM marcou presença neste 5º Encontro das Famílias com a palestra "Família, Unidade Vocacional"

terça-feira, 23 de agosto de 2022

5º Encontro das Famílias_3º Dia_Arsênio e Regina

5º Encontro das Famílias chega ao seu 3º Dia e marcando presença o casal eccecista Arsênio e Regina com o testemunho de fé: Felicidades, “Felizes os que choram, porque serão consolados.”
(Mt 5,4)

5º Encontro das Famílias_2ª Dia_Rafael Morel

Finalizando o segundo dia do 5º Encontro das Famílias com apresentação de Rafael Morel e seu Pocket Show, Adoração ao Santíssimo, padre Gilvan Manuel-CM.

segunda-feira, 22 de agosto de 2022

5º Encontro das Famílias_2ª Dia _ André Reis

O 5º Encontro das Famílias chega ao seu 2º dia, trazendo o pregador André Reis com o tema "Eu quero ser o que Deus quiser". Participação da Comunidade Misericórdia Divina.

domingo, 21 de agosto de 2022

5º Encontro das Famílias_1º Dia

A Pastoral Familiar da Paróquia São Pedro e são Paulo, realizou nesta sexta-feira, dia 19 de agosto de 2022 a abertura do 5º Encontro das Famílias. A abertura contou com a participação do casal Herlon Valeres e Ruth Valeres, da Comunidade Católica Vinde A Mim r do padre Gilvan Manuel-CM, nosso pároco. Animação do Ministério da Comunidade Misericórdia Divina.