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sábado, 8 de agosto de 2015


   



PE Marcos José - CM

Evangelho 
 João 6,41-51
Domingo, 09 de agosto de 2015
19º Domingo Tempo  Comum



Eu sou o pão da vida.

A acolhida de Jesus na fé é obra do Pai no coração do discípulo. Por isso, Jesus proclamava: "Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrai". A salvação acontece neste processo de inter-relação que abrange o Pai, o Filho e o discípulo.
É possível descrever esta dinâmica do discipulado. Quem se predispõe a ser discípulo deve ter suficiente boa vontade a ponto de fazer-se sensível à moção de Deus que o convoca a deixar de lado o egoísmo e a abrir-se para o amor. 
O primeiro passo consistirá em escutar o apelo de Deus que o interpela a assumir um novo projeto de vida. O passo seguinte será a firme decisão de deixar-se mover e conduzir pela graça, dispondo-se a trilhar os caminhos que lhe serão apresentados, sem colocar dificuldades. 

Disto resultará o encontro com Jesus, encarnação do amor do Pai na história humana, e a conseqüente transformação da própria vida. Assim, cabe ao discípulo cooperar com o Pai nesta obra de encontro com Jesus e não tomar iniciativa por conta própria.
Esta é a forma pela qual a humanidade continua a ser instruída pelo Pai. Daí a necessidade de ouvir o Filho e tornar-se seu imitador. É a melhor forma de deixar-se interpelar pela Palavra de Deus e ser guiado por ela.
Em suma, deixado à própria sorte, o discípulo jamais encontrará o caminho para Deus. A missão de Jesus é ajudá-lo nesta tarefa.

 

Oração
Pai, que eu seja movido por ti, no processo de encontro com Jesus, para que, tendo-o encontrado, ele me instrua sempre 
mais a respeito de ti.


Centenário da Arquidiocese de Fortaleza.

Paróquia São Pedro e São Paulo, junto com a Região Nossa Senhora da Assunção, faz peregrinação a Catedral de Fortaleza nas comemorações do centenário da Arquidiocese de Fortaleza, no Ano Jubilar.







segunda-feira, 3 de agosto de 2015

As Finanças do ECC

A adesão a Jesus Cristo é um ato de plena liberdade do ser humano. Somos chamados a aderir à Igreja por Ele instituída na qual se faz presente no povo reunido em seu nome, na Palavra viva proclamada, nos ministros sagrados e essencialmente na Eucaristia, alimento sublime da alma. 
O ato de estar na Igreja deve assumir então uma característica de pertença, ao ponto de se reconhecer como a própria Igreja, resplandecer o mesmo rosto do Cristo Ressuscitado. É nele que somos parte e sinal de salvação, luz do mundo e sal da terra. 

A Igreja, pois, feita de povo precisa inevitavelmente de um pouco de previsão e de provisões: Abrigo, alimento, vestes, idas e vindas, livros... e todos os demais recursos necessários. Em todo o fazer humano há que haver meios físicos e materiais. 

Onde buscar os recursos para a realização dos Encontros de Casais com Cristo? O próprio documento nacional do ECC nos aponta: virá dos próprios casais que já passaram pela experiência do ECC. Portanto não é o melhor caminho recorrer ao cofre comum da comunidade paroquial, menos ainda sair pedindo doações de forma indiscriminada aos comerciantes locais. 

Os artifícios de rifas, bingos bazares, etc, são úteis e até devem ser utilizados, mas como fonte de recursos para fazer frente a eventos episódicos, tais como aquisição de algum equipamento mais dispendioso, realização de congressos ou outra ação de maior demanda financeira. A regra deve ser a doação, livre, espontânea e generosa, dos casais que já vivenciaram o ECC; não há que se exigir taxas ou pagamentos; não se pode estipular valores, nivelar recursos, eis que pelo ECC passam casais das mais diversas condições sócio-econômicas. 
Os mini-mercados não devem ter a finalidade própria de gerar lucros, embora na prática acabam por ajudar, mas essa não deve ser sua principal finalidade – alguns parecem mais uma feira de artesanato – é bom evitar todo o exagero. 

Vale ressaltar que as doações não são feitas somente pelos casais que estão compondo as equipes de trabalho daquele encontro, todos os casais da paróquia que já vivenciaram o ECC devem ser motivados a colaborar. Nos grandes centros urbanos é mais comum a doação em espécie, nas pequenas localidades aparecem muito em forma de produtos e gêneros, muitas vezes produzidos pelos próprios casais em suas propriedades. O que é realmente importante?– o espírito de doação, o sentido de pertencer. Nunca se deve esquecer o espírito de pobreza e de simplicidade que norteiam a nossa caminhada, evitando-se, pois a opulência e o supérfluo. 

O ECC como serviço da Igreja quer despertar os casais também para esta adesão, para este espírito de solidariedade e de partilha. A dinâmica, o método e a forma do ECC devem levar a este comportamento maduro e comprometido com a causa da evangelização. 

Evitar as despesas desnecessárias “só para fazer diferente”; a diferença deve ser o amor com que se faz. É prudente que se faça alguma reserva de recursos sem, contudo assumir o sentido de acumular, mas de prevenir. 

Importante lembrar-se da obrigação de participar dos recursos necessários à realização da 2ª e da 3ª etapa do ECC e a ajuda na manutenção do Conselho Diocesano e do Conselho Regional conforme cada realidade; As paróquias mais abastadas podem e devem ajudar aquelas menos aquinhoadas, esta é uma dimensão missionária da doação. 

Os casais devem ser sensibilizados, ainda no plenário do ECC 1ª Etapa, mediante o sociodrama “corresponsabilidade”. Depois o próprio casal finanças deve encarregar-se de aproveitar as oportunidades de reuniões de pós-encontro para oferecer orientações seguras sobre a maneira prática de contribuírem para os próximos encontros. 

Os casais pós-encontros igualmente devem estar preparados para responder a estas questões. Por fim, convém que valorizemos as prestações de contas em todos os níveis dos órgãos de direção do ECC, como forma de demonstrar claramente a responsabilidade ao empregar os recursos obtidos. 

Joaquim e Aparecida 
Casal Regional Centro-Oeste 
Fonte: ECC Nacional.

domingo, 2 de agosto de 2015

Palavra do Nosso Pastor

  





PE Marcos José - CM

Evangelho 
 João 6,24-35
Domingo, 02 de agosto de 2015
18º Domingo Tempo  Comum



A VONTADE DE DEUS

Toda a ação de Jesus visava encaminhar as pessoas para Deus e fazê-las descobrir sua vontade. Quando o Mestre operava milagres, não pretendia atrair sobre si os olhares das multidões. Seu desejo era fazê-las perceber o amor de Deus atuando em suas vidas. Os milagres eram uma manifestação concreta deste amor. Daí, um caminho de acesso para Deus.


Entretanto, o primeiro passo a ser dado na compreensão deste amor consistia em professar a fé em Jesus, na sua condição de Filho enviado pelo Pai. Era, também, a primeira obra agradável a Deus.

Pressupondo a fé e considerando o objetivo da ação do Senhor, o discípulo não se enganaria na avaliação dos milagres, como aconteceu com a multidão saciada, na multiplicação dos pães. Em vão, este povo foi procurar Jesus, talvez pretendendo ser novamente saciado. O Mestre alertou-o acerca desta busca equivocada, aconselhando-o a  buscar o pão da vida, que permanece para sempre. Esse pão era o próprio Jesus. Quem o encontrasse, não teria mais fome ou sede. Não fome e sede físicas, e sim, fome e sede de Deus. Elas é que são essenciais.

Quem se alimenta do pão que é Jesus, ou seja, crê nele, tem a vida eterna, porque se predispõe a fazer sempre a vontade de Deus. E, como Jesus, estará sempre pronto a fazer o milagre da partilha. Portanto, é inadiável aderir a Jesus pela fé.

Oração
Senhor Jesus, sacia-me com o pão da vida que és tu, para que eu possa fazer sempre o que agrada a Deus.


Papo Jovem Vocação


Entrevista sobre o despertar vocacional com o Animador Vocacional da Província de Fortaleza da Congregação da Missão - PFCM: Padre Anderson Clay - CM.